Porto Medicina Diagnóstica em Porto Velho Porto Medicina Diagnóstica em Porto Velho

Porto Medicina Diagnóstica em Porto Velho
  • INÍCIO
  • SOBRE
  • EXAMES
  • CONVÊNIOS E PARCEIROS
  • PUBLICAÇÕES
  • LINKS
  • FALE CONOSCO
CONSULTAR LAUDO

SOBRE A PORTO MEDICINA DIAGNÓSTICA

Porto Medicina Diagnóstica é um Laboratório referência em Anatomia Patológica. Os casos enviados em consulta são concluídos com profissionalismo para atingir diagnósticos precisos e atualizados. Os laudos são emitidos com o máximo de informações pertinentes, de acordo com literatura atualizada.

O laboratório Porto Medicina Diagnóstica foi fundado em 25 de maio de 2011 e conta em seu quadro com patologistas de alto nível profissional e científico. O corpo técnico do laboratório tem grande experiência na área e técnicas avançadas em Patologia.

Os investimentos em tecnologia e automação garantem total precisão nas análises, além de um expressivo ganho de produtividade. Todos os testes passam por controle de qualidade rigoroso, assegurando total confiabilidade dos resultados.

Para isso, a empresa investe constantemente na informatização de seus processos, na inovação e pioneirismo de novos exames diagnósticos, em metodologias de ponta e na capacitação da equipe médica e técnica.

Responsável Técnica:

Dra. Aline Sperandio Porto Rezende

Médica CRM-RO 4783

Patologia RQE nº 3246

DIAGNÓSTICOS
ACURADOS, CONSISTENTES E DETALHADOS

EXAMES DISPONÍVEIS

ANATOMIA PATOLÓGICA (BIÓPSIA E PEÇAS CIRÚRGICAS)

Anatomia patológica é um ramo da medicina que lida com o diagnóstico das doenças baseado no exame macroscópico de peças cirúrgicas e microscópicos para o exame de células e tecidos.

Regras gerais para uma boa fixação

PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO EM FRAGMENTOS MÚLTIPLOS DE BIÓPSIAS DE UM MESMO ÓRGÃO OU TOPOGRAFIA, ACONDICIONADOS EM UM MESMO FRASCO.

  • Fixe tecido o mais rápido possível após a retirada deste, em formol a 10%;
  • Evite: pinçar, tracionar ou manipular em excesso os tecidos;
  • Use sempre um volume de fixador superior a 10 vezes o volume da peça, por exemplo: Se o fragmento medir 0,6 mm de aresta, usar pelo menos 6,0 ml de formol a 10%;
  • Se o tecido for delgado, como a parede de um órgão tubular, promova a aderência do material em um papel cartão ou abaixador de língua e então coloque em contato com o líquido;
  • Fixe o material por um período de 6 a 12 horas, agitando com cuidado o frasco esporadicamente;
  • Mantenha a peça sempre submersa no fixador;
  • Coloque a peça no fixador, não ao contrário, evitando aderência desta ao fundo;
  • Use recipiente de boca larga. O processo de fixação promove um “endurecimento”, dificultando a remoção do material. Tempo máximo para permanência da amostra em formol: Indeterminado, se em frasco bem vedado e conservado a temperatura ambiente;
  • Verifique a data de validade do formol.

ENVIAR AO LABORATÓRIO O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL

Sinonímia: Estudo histológico ou histopatológico de peças e biópsias, anátomo-patológico
Código: Margem 40601226 / peças | Fragmentos colocação 40601269
Acondicionamento: Manter a temperatura ambiente e longe da luz

CAPTURA HÍBRIDA

Captura híbrida é um exame capaz de diagnosticar o vírus do HPV ainda que não tenha aparecido os primeiros sintomas de HPV ou em caso de haver alteração inclusiva ao exame histopatológico ou citopatológico.

Este exame permite identificar 18 tipos do HPV, divididos em grupo de baixo risco ou grupo A, que são os que não causam câncer e grupo de alto risco ou grupo B, que podem causar câncer. Para o grupo de baixo risco, detectam-se 5 tipos de HPV e para o de alto risco, 13 tipos.

O Exame serve para identificar vários outros tipos de agentes infecciosos, como: Clamídia, Gonococos e HPV

Regras gerais para um boa coleta

PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO EM CITOPATOLOGIA CÉRVICO-VAGINAL

Mulheres: Coletar do canal endocervical, da região ectocervical e/ou de regiões com suspeita clínica utilizando a escovinha apropriada;

Homens: Coletar material da glande e uretra após desensibilização com lidocaína 2%. Outras regiões suspeitas raspar com a escovinha apropriada ou com bisturi

  • Lavar a escova dentro do frasco contendo meio líquido por 10 segundos. Quebrar a haste da escova e manter no frasco
  • Observar a data de validade do frasco de cole

Sinonímia: Teste molecular, Captura de híbridos
Acondicionamento: Manter a temperatura ambiente por no máximo 15 dias, e longe da luz. A mesma amostra pode ser utilizada para pesquisa de HPV, Clamídia e/ou Gonococos e genotipagem de HPV-E6 e E7)

CITOPATOLOGIA (PAAF, LÍQUIDOS, RASPADOS E DESCARGA PAPILAR)

A Citopatologia é a área de atuação da Patologia que estuda as doenças a partir de observação ao microscópio de células obtidas por esfregaços, aspirados, raspados, centrifugação de líquidos e outros métodos. Praticamente todos os órgãos e tecido podem fornecer material para o estudo citológico, permitindo exame rápido, pouco invasivo e não-traumático. As amostras celulares são dispostas em lâminas de vidro identificadas e posteriormente coradas pela técnica de Papanicola ou outra, como Panótico ou Giemsa.

A técnica de punção aspirativa com agulha fina (PAAF) é amplamente utilizada na investigação de tumores e outras lesões em órgãos superficiais (mama, pele, tireóide, linfonodos, glândulas salivares, etc.) ou profundos (pulmão, fígado, pâncreas, rim, etc.). São vantagens do método a simplicidade e o baixo custo da técnica, podendo ser realizado em consultório, ambulatório ou no próprio laboratório. Algumas vezes, há necessidade de utilização de métodos de imagem (ultrassonografia, tomografia computadorizada) para mais precisa localização da lesão, especialmente em órgãos profundos. Os resultados podem distinguir tumores malignos de benignos ou reconhecer lesões inflamatórias, eventualmente, dispensando a realização de procedimentos cirúrgicos. Por outro lado, a confirmação do diagnóstico pode tornar-se necessária, em vários casos, em virtude das limitações do procedimento para estabelecer diagnóstico final.

Regras gerais para uma boa coleta:

1 - PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO CITOPATOLÓGICO ONCÓTICO DE - PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO CITOPATOLÓGICO ONCÓTICO DE LÍQUIDOS E RASPADOS CUTÂNEOS (SECREÇÃO MAMA, VULVA, LÍQUIDO PLEURAL, ESCARRO, DENTRE OUTROS.

Coletar no laboratório urina, secreção mamária ou escarro em frasco com álcool 95% na proporção de 1:1 ou formol na proporção de 1 parte de formol para 5 parte do líquido a ser estudado.

Mama: No laboratório serão preparados esfregaços identificando-se a lateralidade e em caso de lâmina secar ao ar a coloração é o panótico e no caso de fixada com spray ou álcool, faz-se o Papanicolaou.

Sinonímia: Citologia de líquidos, descarga papilar
Acondicionamento: Manter a temperatura ambiente e longe da luz
Frasco com líquido: Manter em geladeira

2 - PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO DE PAAF

As PAAF’s são realizadas pelo médico assistente em caso de lesões superficiais ou por um médico ultrassonografista, em caso de lesões profundas.

Sinonímia: Punção aspirativa por agulha fina
Acondicionamento: Lâminas: Lâminas em fixador (spray ou em álcool 95%). Manter a temperatura ambiente e longe da luz. Deve-se anotar o nome e lateralidade no frasco e nas lâminas as iniciais do nome a lápis
Frasco com líquido: Manter em geladeira até ser enviado ao laboratório o mais rápido possível ou colocar álcool 95% na proporção de 1:1 ou formol na proporção de 1 parte de formol para 5 parte do líquido a ser estudado

COLPOCITOLOGIA (PREVENTIVO DE COLO UTERINO)

A colpocitologia oncótica (também conhecido como exame preventivo ou Papanicolau) é o exame mais utilizado para prevenção do câncer do colo do útero. É recomendado que o exame seja feito uma vez ao ano em mulheres ativas sexualmente ou não.

O exame consiste na coleta de material do colo do útero, é simples e normalmente não dói, para ser realizado é necessário que a mulher não tenha tido relações sexuais, nem ter usado duchas e medicações nas últimas 48 horas, além disso, ela não pode estar menstruada.

Levando em conta o caráter preventivo do exame colpocitológico, o Laboratório Porto Medicina Diagnóstica está apto a auxiliar os médicos ginecologistas a fazerem o acompanhamento periódico das suas pacientes através de laudos claros e com rápido tempo de resposta.

Regras gerais para uma boa coleta:

1 - PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO EM CITOPATOLOGIA CÉRVICO-VAGINAL

  • Identificar a lâmina a lápis com as iniciais do nome da paciente;
  • Coletar do canal endocervical com a escovinha apropriada;
  • Coletar do fundo de saco e região ectocervical com espátula de Ayre;
  • Realizar o esfregaço de ambas as regiões em apenas um dos lados da lâmina com firmeza;
  • Fixar imediatamente, em até 30 segundos. Após esse período as células ressecam e se tornam inadequadas ao exame

Formas de fixação:

  • Fixador líquido em gotas: pingar uma gota sobre o esfregaço e homogeneizar a lâmina com movimentos lentos;
  • Fixador em spray: borrifar em toda extensão do esfregaço a 10 cm de distância da lâmina;
  • Fixação em frasco com álcool a 90%: observar se o esfregaço está todo submerso no líquido e se o frasco foi corretamente fechado/vedado. Recomendamos embalar individualmente os frascos após a coleta, fechando bem com um nó, a embalagem plástica que é fornecida pelo laboratório, no intuito de proteger a requisição e guia de convênio no caso de ocorrer vazamento do álcool no transporte. Este tipo de fixação não é preferencialmente recomendada pelo laboratório. Além da possibilidade de vazamento de álcool durante o transporte, pode ocorrer evaporação do conteúdo, principalmente em dias quentes em frascos semi-abertos e existe a inconveniência do peso do material para o transporte em lotes

ENVIAR AO LABORATÓRIO O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL

Sinonímia: Colpocitologia, Exame Preventivo, Papanicolaou, Citologia Oncótica
Acondicionamento: Manter a temperatura ambiente por no máximo 10 dias, e longe da luz.

2 - CITOLOGIA CÉRVICO-VAGINAL EM MEIO LÍQUIDO

A coleta é sempre realizada pelo médico ou um profissional da área da saúde treinado, ou no próprio laboratório. Caso pretenda realizar colposcopia, coletar a amostra antes da aplicação do ácido acético ou de iodo. Não efetuar exame digital (toque) ou assepsia prévia. A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal, pode interferir nos resultados da citologia. Remover com algodão ou gaze o excesso de muco na região. Introduzir toda escova no canal endocervical e rodá-la 3-5 vezes no sentido horário. A seguir, escovar a ectocérvice e se desejar as paredes vaginais. Imediatamente após a coleta, inserir a escova no tubo, dentro da solução. Utilizar somente o Kit fornecido pelo laboratório. Soltar a haste da escova, fechar o tubo e agitar o coletor 30 segundos para homogeneizar a amostra.

Orientações à paciente

Evitar relação sexual por 3 dias, não estar menstruada, utilizar ducha ou creme vaginal na última semana.

Principais aplicações clínicas

O exame visa detectar lesões de natureza pré-maligna e maligna do colo uterino. É possível diagnosticar anormalidades epiteliais escamosas e glandulares, agentes infecciosos, como bactérias, fungos, parasitas e vírus, alterações epiteliais ocasionadas por agressão ao epitélio, alterações inflamatórias crônicas e agudas, dentre outras.

Com esta amostra, é possível realizar pesquisa de HPV, Gonococo, Clamídia, Ureaplasma, Micoplasma, utilizando-se métodos moleculares.

ENVIAR AO LABORATÓRIO O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL

Sinonímia: Exame preventivo – Papanicolaou – Prevenção do câncer cervical- Meio Líquido
Acondicionamento: Manter a temperatura ambiente e longe da luz. A viabilidade da amostra é de 15 dias.

3 - PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO EM CITOPATOLOGIA CÉRVICO-VAGINAL + HORMONAL

  • Identificar a lâmina a lápis com as iniciais do nome da paciente;
  • Coletar do canal endocervical com a escovinha apropriada (para uma boa análise de variações hormonais é recomendado que seja incluida a coleta do 1/3 superior da parede lateral da vagina);
  • Coletar do fundo de saco e região ectocervical com espátula de Ayre;
  • Realizar o esfregaço de ambas as regiões em apenas um dos lados da lâmina com delicadeza;
  • Fixar imediatamente, em até 30 segundos. Após esse período as células ressecam e se tornam inadequadas ao exame

Formas de fixação:

  • Fixador líquido em gotas: pingar uma gota sobre o esfregaço e homogeneizar a lâmina com movimentos lentos;
  • Fixador em spray: borrifar em toda extensão, a 10 cm de distância da lâmina;
  • Fixação em frasco com álcool a 90%: observar se o esfregaço está todo submerso no líquido e se o frasco foi corretamente fechado/vedado. Recomendamos embalar individualmente os frascos após a coleta, fechando bem com um nó, a embalagem plástica que é fornecida pelo laboratório, no intuito de proteger a requisição e guia de convênio no caso de ocorrer vazamento do álcool no transporte. Este tipo de fixação não é preferencialmente recomendado pelo laboratório. Além da possibilidade de vazamento de álcool durante o transporte, pode ocorrer evaporação do conteúdo, principalmente em dias quentes em frascos semi-abertos e existe a inconveniência do peso do material para o transporte em lotes;

ENVIAR AO LABORATÓRIO O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL

Sinonímia: Colpocitologia, exame preventivo, Papanicolaou, citologia oncótica
Acondicionamento: Manter a temperatura ambiente por no máximo 30 dias, e longe da luz.

4 - PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO EM CITOLOGIA HORMONAL ISOLADA

Para uma boa análise de variações hormonais, além das instruções de rotina, é recomendado que seja incluída a coleta do 1/3 superior da parede lateral da vagina.

EXAME DE CONGELAÇÃO

O exame de congelação (intraoperatório) é um procedimento anatomopatológico rápido, realizado durante o ato cirúrgico, em que o patologista examina o material retirado do paciente e realiza um primeiro exame de imediato, fornecendo um diagnóstico ou informações importantes ainda com o paciente anestesiado.

Desta forma, dependendo do resultado, o cirurgião pode modificar sua conduta cirúrgica, complementando com uma ampliação a ressecção inicial, realizando uma cirurgia radical ou se certificando de que o material retirado é suficiente do ponto de vista qualitativo e quantitativo para posterior exame de parafina convencional e/ou imuno-histoquímico.

Para a realização deste exame o médico ou assistente precisa entrar em contato com o laboratório e fazer o agendamento com antecedência.

 

HIBRIDIZAÇÃO IN SITU

A Hibridização in situ (HIS) é uma técnica pela qual se identificam sequências específicas de nucleotídeos em células ou cortes histológicos neste laboratório e feito em material proveniente de biópsia. Estas podem ser de DNA ou RNA, endógenas, bacterianas ou virais. Esta técnica de pesquisa está sendo traduzida para a prática diagnóstica, principalmente nas áreas de expressão gênica, infecção e citogenética de interfase. As aplicações diagnósticas são mais frequentemente baseadas em sequencias curtas de nucleotídeos (oligômeros) marcados com moléculas sinalizadoras não isotópicas, e os sítios de ligação podem ser localizados por reações histoquímicas ou imuno-histoquímicas.

Estão disponíveis os seguintes tipos:

  • Hibridização Molecular – HPV (Alto Risco);
  • Hibridização Molecular – HPV (Alto e Baixo Risco);
  • Hibridização Molecular – Clamídia + Gonococos (sem determinar qual é o agente);
  • Hibridização Molecular – Clamídia;
  • Hibridização Molecular – Gonococos

Regras gerais para realização do exame:

O bloco de parafina deve estar conservado a temperatura ambiente, longe do calor. O médico precisa encaminhar uma requisição específica para este exame.

 

IMUNO-HISTOQUÍMICA

Imuno-histoquímica (IHQ) é o processo de detecção da expressão de proteínas localizadas nas células utilizando o princípio antígeno/anticorpo. A Imuno-histoquímica é largamente utilizada no diagnóstico e prognóstico do câncer.

Vários anticorpos são utilizados para o diagnóstico das mais específicas situações:

  • Fatores Prognósticos de Câncer de Mama (RE, RP, c-erbB2/HER2, p53, PCNA, etc.);
  • Perfil Hormonal em adenoma de hipófise;
  • Munofenotipagem de linfomas e sarcomas;
  • Detecção de sítio primário de adenocarcinoma;
  • Caracterização de neoplasia indiferenciada;
  • Tumores de Células Germinativas;
  • Fatores prognósticos de câncer;
  • Detecção de agentes infecciosos;
  • GIST;
  • Outros.

Regras gerais para a realização do exame:

PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO EM PAINEL DE IMUNO-HISTOQUÍMICA

1 – Exame de outro laboratório: Enviar ao laboratório bloco de parafina e requisição especificando o(s) tipo (s) de anticorpos que devem ser pesquisados e o respectivo laudo do anátomo-patológico.

2. Exame realizado em nosso laboratório: Enviar a requisição especificando o(s) tipo (s) de anticorpos que devem ser pesquisados e o respectivo laudo do anátomo-patológico.

Sinonímia:

  • Anticorpo Individual: Imuno-Histoquímica para 1(um) anticorpo;
  • Estudo Imuno-histoquímico para mama : Receptores hormonais (RE, RP);
  • Complementos dos Receptores Hormonais: C-erb-B2/*Herceptest®, Ki 67, P53, PCNA, Fator VIII;
  • Estudo Imuno-histoquímico de mama completo (RE, RP, C-erb-2, Ki 67 e P53);
  • Estudo Imuno-histoquímico Geral (Independente da quantidade de anticorpos);

Acondicionamento: Manter os blocos de parafina distantes do calor.

IMUNOFLUORESCÊNCIA

Imunofluorescência é definida como uma técnica que possibilita a visualização de antígenos nos tecidos ou em suspensões celulares, por meio da utilização de anticorpos específicos, marcados com fluorocromo, capazes de absorver a luz ultravioleta (UV), emitindo-a num determinado comprimento de onda, permitindo sua observação ao microscópio de fluorescência (com luz UV).

Existem dois tipos distintos de imunofluorescência. São elas:

  • Imunofluorescência direta
  • Imunofluorescência Indireta

A Imunofluorescência é bastante utilizada em doenças de rim e de pele em que há suspeita de depósito de imunocomplexos.

NECRÓPSIA FETAL

Consiste na avaliação macro e microscópica do feto, associada aos dados fornecidos pelo prontuário e elaboração dos diagnósticos anatomopatológicos e laudo necroscópico. O feto deve ser sempre acompanhado da placenta para avaliação histopatológica, já que fornece dados importantes para o entendimento das circunstâncias do óbito fetal.

Dados Técnicos:

  • Dados clínicos são imprescindíveis. Fazer-se acompanhar da Declaração de Óbito (todas as vias);
  • Nascidos vivos, independente de idade gestacional e peso, requerem Certidão de Nascimento e Declaração de Óbito;
  • Natimortos com mais de 500 gramas ou 20 semanas de gestação ou 25 cm de comprimento talhe (crânio-podal) requerem a Declaração de Óbito;
  • Manter refrigerado até o envio ao Laboratório.

PARA A REALIZAÇÃO DESTE EXAME É PRECISO O PRÉVIO AGENDAMENTO NO LABORATÓRIO

REVISÃO DE LAMINAS

A revisão de lâminas pode ser feita em material de biópsia e citologia geral ou ginecológica. Para as biópsias, é necessário lâminas e blocos de parafina acompanhados da cópia do laudo histopatológico prévio.

Para as citologias, deve-se encaminhar ao laboratório as lâminas devidamente acondicionadas e cópia do laudo do laboratório de origem.

CONVÊNIOS E PARCEIROS

TECNOLOGIA E METODOLOGIAS
APLICADAS A DIAGNÓSTICOS PRECISOS

PUBLICAÇÕES

nov 1

Novembro Azul

ago 23

Mitos e Verdades sobre Câncer Ginecológico

ago 23

O que é HPV?

ago 23

O que é câncer de pele?

MAIS PUBLICAÇÕES

BOLETIM INFORMATIVO

Fique por dentro das nossas novidades, cadastre-se!

LINKS ÚTEIS

  • SBP - Sociedade Brasileira de Patologia
  • ABRALAPAC- Associacao Brasileira de Patologia e Citopatologia
  • SBC - Sociedade Brasileira de Citopatologia
  • INCA – Instituto Nacional de Câncer
  • PICQ-SBP - Programa de Incentivo ao Controle de Qualidade da Sociedade Brasileira de Patologia
  • Vídeo: Veja o que é ser médico patologista

LINKS INTERESSANTES

  • Aulas virtuais CAP
  • Aulas virtuais ARUP
  • Aulas virtuais GeneOne
  • Aulas virtuais Jerad Gardner
  • Aulas virtuais PathCast
  • Aulas virtuais UNICAMP
  • Autópsia virtual
  • Atlas virtual de citologia
  • Atlas de doenças granulomatosas
  • Atlas de histologia
  • PathGuy
  • 1º HistoLives - técnicas histopatológicas
  • LibrePathology
  • Pathology Outlines
  • Vídeos de macroscopia I
  • Vídeos de macroscopia II
  • WebPathology
  • Learn Pathology (slides and gross)
  • Pathpedia
  • Catalogue of somatic mutations in cancer
  • Pathkids
  • CAP protocols
  • PathPresenter
  • Virtual Pathology Leeds
  • Virtual Slide Box
  • Porto Velho
  • Jí-Paraná

Telefone(s)

  • 69 3223-7900
    WhatsApp

E-mail(s)

  • atendimento@portomedicina.com.br
  • adm@portomedicina.com.br

Visite-nos

  • Av. Pinheiro Machado, 1346, Centro, Porto Velho - RO. CEP 76801-112 (Entre Tenreiro Aranha e Marechal Deodoro)

Telefone(s)

  • 69 99338-2332
    WhatsApp

E-mail(s)

  • atendimentojiparana@portomedicina.com.br

Visite-nos

  • R. Vinte e Dois de Novembro, 1042 - Casa Preta, Ji-Paraná - RO, 76907-632

FALE COM A PORTO MEDICINA

AGORA É SÓ CURTIR

Carregando o facebook...
INÍCIO
EXAMES
CONVÊNIOS
CONTATO

NETPAGE - © 2026 - Todos os direitos reservados

Nós usamos cookies para fornecer à você uma melhor experiência em nosso site.

Você pode encontrar mais sobre isso .

Porto Medicina Diagnóstica em Porto Velho
Fornecido por  GDPR Cookie Compliance
Visão geral de privacidade

Em observância à Lei n. 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), a qual regulamenta as atividades de tratamento de dados pessoais, de forma livre, expressa e consciente, firmo a presente autorização a Porto & Porto Serviços Médicos Ltda., CNPJ n 13.780.187/0001-35, localizada na Av. Pinheiro Machado, n. 1346, Bairro Centro, CEP 76.801-112, Porto Velho - RO, no sentido de:

Consentir o tratamento dos meus dados pessoais e sensíveis, a todos os operadores de dados pessoais e sensíveis da empresa Porto & Porto Serviços Médicos Ltda., para fins especificos relacionados aos meus exames de anatomia patológica e citopatologia (inciso XII, do art. 5º, da Lei 13.709/2018);

Strictly Necessary Cookies

Strictly Necessary Cookie should be enabled at all times so that we can save your preferences for cookie settings.